terça-feira, 8 de julho de 2014

Serei louca ou apenas radical? Estou na duvida!

Ando com umas ideias na cabeça...e aqui reside o mal. Tenho mais ideias do que tempo para concretizá-las!
Quem é que em adolescente nunca pensou fazer uma tatuagem, levante o dedo? Eu nunca avancei com essa ideia porque sempre vi a tatuagem como algo que marca o nosso corpo e que é para toda a vida. Algo que escolhemos tatuar, que veremos todos os dias e que tem um significado especial.  Se nunca o fiz foi porque apesar de ter visto muitas tatuagens de que gostei, nuca encontrei a tal, a que verdadeiramente eu queria tatuar no corpo.
Há dias, veio-me à ideia fazer uma tatuagem para comemorar os meus 32 anos (brevemente). Aos 30 fiz o Salto Tandem, das melhores experiencias que já tive e aos 31 não me meti em aventuras porque estava com 38 semanas de gravidez mas o que gostava de ter feito talvez consiga concretizar ainda.
Desta vez, depressa soube o que queria tatuar e não é difícil de adivinhar. Terei coragem? Não sei. Mas que queria, lá isso queria.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Cadeirinha Automovel: A Eleita Foi...

OMG...a Sirona!
Eu tentei. Tentei fugir dela. Não pelas características mas pelo preço. Vimos e revimos o que havia disponível no mercado. Vimos vídeos, lemos opiniões, escrevemos para a APSI e que infelizmente não obtivemos resposta., fomos e voltamos e lá nos decidimos pela Sirona.
Com um carro com Isofix e outros sem, não foi fácil encontrar o que melhor se adaptava a nós e por isso decidimos comprar 2 cadeiras. Assim sendo, e sabendo que uma delas teria Isofix, foi impossivel resistir a uma cadeira com as características da Sirona.
 
Alguns pormenores determinantes na nossa escolha:
 
- Possibilidade de se colocar no sentido da marcha e no sentido inverso à marcha
- Rodar 360º (sem ter de mudar a colocação da cadeira)
- Virar para a porta e permitir fácil colocação do S. na cadeirinha
- Arnes de segurança em 5 pontos
- Várias posições de reclinação a pensar nas viagens de carro
- Bom feedback dos estudos efetuados
- Design da cadeira sobretudo na zona crânio-encefálica. Ligeiramente mais fechada e que permite uma menor oscilação da cabeça.
- Isofix que a torna muito mais segura em termos de instalação
 
 
 



Há 3 meses atras, quando escrevi o post sobre segurança infantil, estava longe de imaginar que tantas voltas daria e à Sirona iria voltar. Mas estou muito contente com a nossa escolha.  Fomos busca-la ontem e o baby S. já se passeia na cadeirinha "dos grandes".








 

I Love Fridays


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Considerações Importantes sobre Segurança Infantil

Enquanto pesquisava sobre cadeirinhas automóveis, encontrei estas explicações sobre a importância das crianças viajarem de costas para o sentido da marcha, que partilho com vocês. Também encontrei alguns vídeos que podem procurar no You Tube, mas prefiro a partilha em texto porque o intuito não é chocar ou preocupar mas sim informar e alertar.

As crianças não são adultos em miniatura e têm características específicas, que as tornam mais vulneráveis num acidente de automóvel!

A diferença mais determinante é o tamanho e peso da cabeça – que representa cerca de 25% do peso do corpo – combinada com um pescoço ainda frágil. Estas características levam a que, ao transportarmos uma criança no automóvel de frente para o trânsito, o movimento da cabeça possa provocar lesões muito graves e por vezes irreversíveis, no caso de um acidente. Se a criança viajar numa cadeirinha (Sistema de Retenção para Crianças) de costas para o trânsito, a sua cabeça e pescoço são apoiados uniformemente no momento do embate.

É por esta razão que a APSI recomenda que as crianças viajem no automóvel de costas para o sentido do trânsito até cerca dos 3 ou 4 anos. Esta recomendação é também suportada pela Aliança Europeia de Segurança Infantil e pela ANEC, European Voice of Consumers in Standardization, associação europeia de consumidores. Também a Direcção Geral da Saúde defende o transporte de crianças de costas desde o nascimento até aos 3 ou 4 anos, tendo publicado uma Orientação Técnica sobre esta matéria.

Embora só recentemente seja possível encontrar à venda em Portugal modelos de cadeiras que permitem transportar as crianças de costas até esta idade, existem países (como a Suécia, por exemplo) em que a maior parte das crianças viaja de costas até aos 3 aos 4 anos; nestes países, a mortalidade como passageiro nestas faixas etárias é praticamente inexistente, o que demonstra que esta é uma opção eficaz na protecção das crianças.

Mas porquê transportar as crianças de costas até aos 3 ou 4 anos?
 

Análise de acidentes reais
Ao longo dos últimos 40 anos têm sido realizados estudos baseados em acidentes reais, em diferentes países. Todos estes estudos mostram que é mais seguro transportar uma criança na posição VT (Virado para Trás), demonstrando que a eficácia destes sistemas ultrapassa os 90% na prevenção de lesões graves (Aldman et al., 1987, citada por EEVC, 2006; Isaksson-Hellman et al., 1997 e 2004; Sherwood, Yasmina et al., 2006; Henary, Sherwood e outros, 2007; ANEC, 2008).

Estes estudos, nos quais se analisaram ao detalhe acidentes com crianças que viajavam VT, confirmaram também que nenhum destes acidentes, e consequentes lesões, decorreu de uma colisão lateral ou traseira. Viajar VT é, portanto, a protecção mais eficaz nos embates frontais, mas também confere uma protecção elevada nas colisões laterais e traseiras (Aldman et al., 1987, citada por EEVC, 2006, Henary, Sherwood e outros, 2007, Sherwood, Yasmina et al., 2006).

Ensaios experimentais
Mais recentemente, estudos feitos através de ensaios experimentais (testes de colisão e simulação numérica) vêm reforçar os resultados obtidos através da análise de acidentes reais, que a posição virada para trás é a forma mais segura de transportar uma criança no automóvel, uma vez que as forças exercidas no pescoço e peito são consideravelmente menores do que as exercidas nas crianças VF (Viradas para a Frente), reduzindo substancialmente as lesões (Watson e Monteiro, 2009).

Dificuldades encontradas e forma de as solucionar
Apesar de esta ser a forma mais segura de transportar as crianças até aos 3 ou 4 anos, muitas famílias deparam-se com obstáculos para os quais é importante encontrar soluções

a. Desconforto da criança por falta de espaço para as pernas – as cadeiras homologadas VT até aos 18kg ou 25kg, pelo seu desenho e forma como são instaladas no veículo, aumentam o espaço entre a criança e o banco do automóvel, ficando a criança com espaço suficiente para as pernas;
b. Visibilidade e interactividade – é possível colocar um espelho (tipo espelho retrovisor) perto da criança orientado de forma que o adulto possa, através do retrovisor, vê-la; além disso, e caso o carro não tenha airbag frontal activo, a cadeirinha VT poderá ser instalada ao lado do condutor (como prevê o código da estrada)
c. Falta de espaço para instalação da cadeirinha VT – a prática de terreno da APSI de instalação de cadeirinhas nos carros das famílias mostra que, mesmo em carros pequenos, é possível instalar cadeiras aprovadas até aos 18Kg e 25Kg VT; tudo depende do carro, sendo que a lista de veículos compatíveis é elevada, como se pode constatar pelas informações que acompanham estas cadeirinhas. É fundamental experimentar a cadeira no carro antes de a comprar, para garantir que há espaço suficiente para a instalar de acordo com as instruções do fabricante.


 Outras entidades que defendem o transporte VT:

ANEC, European consumer voice in standardisation

European Child Safety Alliance

Rear Facing – The way forward

American Academy of Pediatrics


NOVO ESTUDO REALÇA CONTRADIÇÃO FATAL

                                                       
Lei na Europa e em Portugal não exige a melhor protecção para crianças com menos de 4 anos

Press Release
Segurança Rodoviária - Criança Passageiro


Novo estudo confirma que no automóvel, as crianças devem viajar voltadas para trás até aos 4 anos, para terem uma melhor protecção em caso de acidente. Há muito que tal é defendido pela comunidade técnica internacional. Mas essa evidência foi mais uma vez confirmada num estudo publicado esta semana pela ANEC  – Associação Europeia de Consumidores – no qual a APSI participou enquanto conselheira. A conclusão teve como base o estudo de acidentes reais ocorridos no Reino Unido, Suécia e Estados Unidos. (Pode consultar o estudo integral em www.anec.eu).

“A legislação europeia dá informação de alguma forma enganosa para o consumidor, pois dá a ideia de que tanto faz transportar a criança voltada para trás ou para a frente depois dos 9 kg (geralmente 8 a 9 meses), quando a comunidade técnica internacional é unânime na afirmação de que é mais seguro viajar virado para trás até aos 4 anos”, alerta Helena Cardoso de Menezes, consultora em segurança infantil da APSI e também da ANEC neste Estudo.
Também a Aliança Europeia de Segurança Infantil  defende o uso de cadeiras viradas para trás até aos 4 anos. No relatório de avaliação do projecto CSAP (Plano de Acção para a Segurança Infantil), apresentado em 2007 , em que foram avaliadas as políticas ou estratégias adoptadas pelos diversos países participantes no projecto, Portugal obteve uma má classificação na apreciação das políticas de segurança rodoviária, e em particular, na que diz respeito a esta estratégia específica tão importante para uma maior protecção da vida das crianças. 
 

Há muitos anos que as crianças nórdicas usam cadeirinhas voltadas para trás até aos 4 anos, e a Suécia é o país com a mais baixa taxa de mortalidade do mundo, nessas idades, em acidentes rodoviários. Mas no resto da Europa e em Portugal, esse tipo de cadeiras para crianças mais velhas é difícil de encontrar.
Em Portugal, o Código da Estrada estipula que as crianças com menos de 3 anos só podem viajar no banco da frente se utilizarem uma cadeirinha virada para trás e sempre com o airbag desligado. Geralmente, há mais espaço para a instalação deste tipo de cadeiras à frente, mas um esquecimento de desligar o airbag pode ser fatal. Esta medida deveria ser estendida progressivamente a todas as crianças até aos 3 anos que viajem de automóvel, mesmo no banco de trás, mas teria de ser suportada por alterações no R44  e na Directiva Comunitária com o consequente aumento da oferta no mercado. Esta só poderá ocorrer com o envolvimento dos fabricantes de cadeirinhas e de automóveis. Para já, é urgente aumentar a informação que chega aos consumidores para que façam escolhas mais informadas e sejam mais exigentes na protecção dos seus filhos mais pequenos, o que também poderá forçar a tendência do mercado na oferta de modelos vendidos actualmente nos países nórdicos.
Estudos feitos pela APSI em 2001  e 2007 , indicam que actualmente, menos de metade das crianças que utiliza cadeirinha até aos 18 meses viaja voltada para trás (49%) – Ver gráficos . Esta taxa é bem mais elevada para as crianças com menos de 6 meses (87%) mas decresce para 55% nas crianças dos 6 aos 12 meses. Entre 2001 e 2007, este último valor parece representar uma taxa de utilização estável entre os 6 e os 9 meses (54% e 57%, respectivamente) e um aumento de 31% para 53% na taxa de crianças entre os 9 e os 12 meses que usam cadeirinha e que viajam voltadas para trás. Apesar de serem valores pouco significativos tendo em conta a dimensão do universo estudado, este facto poderá não ser alheio ao intenso esforço da APSI junto de pais e profissionais de saúde na divulgação da importância vital que representa manter a criança voltada para trás durante o máximo de tempo possível. De facto, a APSI tem sido solicitada por um número crescente de Hospitais  para a realização de Cursos de Introdução ao Transporte de Crianças no Automóvel, dirigidos a profissionais de saúde. São cada vez mais numerosos os médicos e enfermeiros que dão essa recomendação aos pais, apesar das resistências iniciais devidas ao alegado conforto das crianças.
"Há alguns anos, considerava  a APSI fundamentalista por dizer que as crianças deviam viajar em "cadeirinhas" viradas para trás pelo menos até aos 18 meses. A experiência pessoal vivida na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos alterou a minha visão, nomeadamente dois casos de crianças transportadas viradas para a frente que foram vítimas de acidentes de viação, dos quais resultaram lesões cervicais e cerebrais graves. A menina que tinha 12 meses vive em estado vegetativo sem autonomia respiratória. O rapaz de 18 meses morreu algum tempo depois.  Acompanhar estas tragédias fez-me pensar de modo diferente. Hoje, defendo junto dos Pais a necessidade de manter as crianças voltadas para trás pelo menos até aos 18-24 meses", afirma o Prof.  José M. Aparício, Pediatra e Intensivista Pediátrico, no Porto.
As cadeirinhas voltadas para trás salvam a vida de 9 em cada 10 crianças, em caso de acidente. Mas, em Portugal, são muito raras as crianças com mais de 12 meses que viajam com o nível de protecção ideal apesar de ser reconhecida a importância de continuar a usar a cadeirinha voltada para trás até aos 4 anos para proteger eficazmente a cabeça e o pescoço frágil das crianças.
Proteger melhor, nem sempre significa pagar mais
Nos centros de verificação que a APSI tem dinamizado em todo o País e que foram a base destes Estudos, é frequente chegarem crianças muito pequenas já em cadeirinhas voltadas para a frente. Mas, segundo afirma Helena Sacadura Botte, Secretária-Geral da APSI e inspectora de cadeirinhas com grande experiência neste tipo de intervenção, “algumas vêm com a primeira cadeirinha (também conhecida por “ovo”) mal instalada, ou seja virada para a frente, e basta corrigir o erro para resolver o problema. Noutros casos, após uma conversa com os pais que geralmente entendem os benefícios e aceitam a argumentação e, se o tipo de cadeira utilizada o permite, esta é reinstalada voltada para trás pelos técnicos da APSI. Assim, sem qualquer custo adicional, muitas crianças passam imediatamente a viajar com um nível de protecção mais elevado”.
No entanto, esta realidade nem sempre é válida. A oferta existente no mercado para crianças com mais de 9 a 12 meses, é reduzida. Geralmente, a criança cabe na primeira cadeirinha (Grupo 0+ até aos 13 kg) até aos 10 a 14 meses, mas quando precisa de transitar para o modelo seguinte (virado para trás) a oferta é reduzida: ou se opta por cadeiras mistas (Grupos 0+/I , até aos 18 kg), mais baratas mas cada vez mais raras devido à elevada taxa de erros de utilização, ou dificilmente se encontra uma cadeira do Grupo I que possa ser utilizada voltada para trás. Quando se encontra (existem pelo menos dois modelos em Portugal), não se adaptam a todos os automóveis e os preços são elevados.
O estudo da ANEC alerta para o abismo existente entre lei e tecnologia no que toca à protecção das crianças mais novas, e recomenda que o novo regulamento de cadeirinhas em preparação nas Nações Unidas, em Genebra, considere apenas cadeiras voltadas para trás para as crianças mais novas, o que irá promover o desenvolvimento de novos produtos. Recomenda igualmente alterações legislativas a nível europeu no sentido de ser proibida, a médio prazo, a aprovação e venda de cadeiras viradas para a frente no Grupo I (9-18kg).  Mas antes que essas alterações ocorram, é feito um apelo aos fabricantes de cadeirinhas e de automóveis para que colaborem voluntariamente no fornecimento de sistemas de retenção para crianças até aos 4 anos, voltados para trás, tal como existem no mercado escandinavo. Dessa forma, todos os consumidores Europeus poderão ter acesso a esses dispositivos e liberdade de escolha na protecção que dão aos seus filhos. A APSI corrobora totalmente esta posição e estende o apelo aos representantes de marcas já instaladas em Portugal para que a oferta no mercado aumente e facilite uma melhor protecção das crianças do nosso País.


Fonte: Site APSI
Este texto foi copiado na integra e por isso não está escrito de acordo com o novo acordo ortográfico.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Welcome July ;)

Um mês especial para mim, para o H. e que antecede um mês igualmente especial.
Basicamente adoro o Verão.


Welcome July

segunda-feira, 30 de junho de 2014

6 dicas para iniciar os primeiros passos

Depois de tratar  o gatinhar por tu, surge a vontade de dar os primeiros passos. Ainda inseguro e imaturo nos movimentos o S. não perde a oportunidade de se colocar de pé agarrando-se a tudo o que encontra. Apesar de saber que ele começará a andar no seu próprio timing, encontrei este interessante artigo do pediatra João Moreira Pinto, do qual gosto de acompanhar as dicas e sugestões. Aqui ficam algumas sobre os primeiros passos.

 As crianças dão os primeiros por volta dos 12 meses. 'Por volta' é o termo quase-técnico para dizer que algumas começam aos 9 meses e outros aos 21 meses. A criança começará andar quando o seu organismo, os seus músculos e a sua coordenação motora sentirem que estão preparados para o fazer. Teoricamente (ou seja,  o que vem nos livros), não há nada que os pais possam fazer para acelerar este desenvolvimento neuro-muscular. Deve-se dar tempo ao tempo, mas pai que é pai (e Mãe que é Mãe) não sabe ficar de braços cruzados. Além do mais, a marcha é uma das principais modalidades na competição entre progenitores. Não há sala de espera de pediatria ou encontro de Mães-amigas que o tema não venha à baila e ninguém gosta de ficar atrás. Repito: não há estudo nenhum que prove que as medidas que se seguem acelerarão o início da marcha do seu filho. Mas mal não fazem e nós pais não gostamos de ficar de braços cruzados...

1. No stress. Apesar das dicas que se seguem. Lembre-se sempre desta: não há duas crianças iguais. Umas comem tudo outras não comem nada, umas sorriem cedo outras só mais tarde, umas palram cedo outras mais tarde... O facto de a criança estar a atrasar o início da marcha não quer dizer que vá ser 'atrasada' em tudo o resto. Salvo em caso de doença neurológica ou muscular conhecida, a sua criança acabará por andar. Não deixe a 'competição' que falei em cima subir-lhe à cabeça e dê tempo ao tempo. Apressar as coisas pode ser prejudicial, porque pode provocar medo e insegurança à criança. Por isso, no stress.

2. Exercitar a coluna. Desde o nascimento, o bebé deve brincar algum tempo de barriga para baixo. Exercitar os músculos do pescoço e das costas previnem a morte súbita e servirão para ganhar força suficiente para (mais tarde) a criança se sentar e, depois andar.
[fonte: boppy.com]

3. Exercitar as pernas. Assim que a criança conseguir apoiar-se de pé, deve-se incentivar brincadeiras que ela possa fazer nessa posição. As mesas de actividades muitas vezes escorregam, mas colocar os brinquedos num sofá é uma solução acessível e disponível quase em qualquer lado. Os andarilhos são 'proibidos' pelos pediatras. Eu até gosto, mas de facto nada prova que eles aceleram a marcha. Aqueles brinquedos com rodas em que a criança se apoia e anda não parecem gerar polémica, mas cá em casa nenhum dos rapazes se deu com aquilo. De facto, ambos se estatelaram no chão e recusaram aquelas aventuras.
[fonte: comprafari.com]

4. Motivar. Em média, as crianças que gatinham andam mais tarde do que aquelas que não gatinham. Isto acontece porque as crianças que gatinham arranjaram uma forma rápida de ir de um lado para o outro sem precisarem de andar, enquanto as que nunca gatinharam precisam da marcha para lá chegar. Assim, devemos criar incentivos para a criança se colocar de pé. Os brinquedos colocados sobre o sofá são uma forma de os obrigar a levantarem-se do chão. Mudar o brinquedo de posição pode ser uma forma de o fazer percorrer o sofá, e mudá-lo para a mesinha, uma forma de incentivar que a criança vá percorrendo a sala.
[fonte: haverleecolyer.blogspot.com]

5. Passear. Uma criança com os braços esticados para cima entre as pernas de um adulto que o segura é a imagem mais comum quando pensamos nos primeiros passos. Talvez por vício de profissão, essa imagem recorda-me sempre das centenas de cotovelos deslocados que já tive que corrigir (ler aqui sobre pronação dolorosa): Por outro lado, não parece nada fácil para as crianças equilibrarem-se com os braços esticados para cima. Daí, sempre apoiei (e não agarrei) os meus filhos pelo cotovelo e, para treinar os primeiros passos, preferia que eles andassem com os bracinhos abertos para o lado (muito ao estilo da imagem que se segue). O que se ganha em ergonomia para a criança, perde-se em dores de costas para os pais, porque obriga a que o adulto ande mais curvado.

[fonte: newswise.com]

6. Libertar as amarras. A certa altura a criança anda apoiada nos móveis lá de casa. Percorre o sofá, estica-se até à mesinha ao lado, tenta alcançar a peça de mobiliário que se segue. Está na altura de soltar as amarras. Isto não vem nos livros, mas a forma que sempre me pareceu mais lógico foi encostar os meus filhos de costas contra o sofá ou contra a porta a esticar-lhes as mãos para os agarrar. Nas primeiras centenas de vezes eles só mergulham, isto é, atiram-se para os braços paternais sem qualquer passo antes. Com o passar dos dias, lá se desenha o que parece ser um passo, e depois outro, e já são três... A certa altura eles dão os passos todos e nós já estamos na outra ponta da sala.

Uma última nota sobre o calçado. Os melhores sapatos para dar os primeiros passos são as solas dos pés. Andar descalço é a forma mais segura de garantir a estabilidade que a criança precisa para iniciar a marcha. Mas como nem sempre é possível ter as crianças descalças em casa e principalmente fora de casa, escolha sapatos ou botas que cubram o tornozelo e que nesta zona sejam duras o suficiente para que o pé não torça.
 
 
Pode ler os artigo original aqui

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Confiar no Pediatra, o nosso.

Se quando estava gravida, cedo percebi que muitas medicas havia sem carteira profissional, depois de ser mãe também fui encontrando algumas pediatras na mesma situação.

Sempre gostei de partilhar informações e opiniões e de ouvi-las também, não fosse eu uma tagarela nata, não implicando por isso substituir a minha opinião pela da vizinha do lado.

Muitas vezes se diz que cada criança é uma criança e para mim cada pediatra é um pediatra também. Há os da velha guarda e mais tradicionais, há mais conservadores, há os liberais e que juntam à ciência uma boa dose de homeopatia, há os descontraídos, há os amorosos, há os arrogantes que acham que os pais devem seguir à risca as suas indicações, há os vanguardista sempre atentos à evolução da medicina, enfim, pediatras há muitos e de todos os tipos.

Quando tivemos de escolher o pediatra do S. tive em consideração o feedback de algumas pessoas próximas e independentemente disso eu sabia que o pediatra do meu filho tinha de ser:

Eficiente - gosto de pessoas seguras e que demonstrem que sabem bem o que estão a dizer e a fazer.

Disponível - para as urgências, facultar o telemóvel e atende-lo quando ligamos.

Pratico - nas explicações que nos dá e de comunicação fácil (com o pediatra do S. qualquer duvida normal trato com ele por email e que me responde em não mais de 20 min/30 min - Adoro!)

Criasse empatia com o Santiago - conseguido desde a primeira consulta. De que me serve gostar muito do pediatra se o bebé chora que nem uma Madalena cada vez que o vê? Nós temos de gostar dele mas o Santiago é que tem de demonstrar que gosta dele.

Boas referencias profissionais  - apesar de eu ser da opinião que os bons e os maus médicos fazem-se pelas experiencias que temos com eles é evidente que nos tranquiliza o facto de só ouvirmos opiniões positivas. Aqui não incluo a simpatia porque não era o que eu procurava num pediatra, aliás nem é o que eu procuro num médico, confesso.

Verdade que tivemos de optar por um dos três que tínhamos em mente e, curiosamente, de todos era o que menos feedback tínhamos.

Após a primeira consulta, concluídos que a nossa escolha tinha todos os requisitos por nós propostos e fomos continuando e confiando, até hoje, no o trabalho e nas indicações que nos tem dado sobre o nosso filhote.

Várias vezes presenciei discussões que o pediatra A só introduz um determinado alimento depois dos 12 meses, que o pediatra B não recomenda fazer-se aerossóis, que o C não sei o quê e que o D não sei que mais. Entrar nesta espiral de opiniões pode provocar muita insegurança em algumas mamãs como cheguei a presenciar.

Se na maternidade não há apenas 1 resposta certa, na pediatria também não e sempre considerei que um bom pediatra nos dá indicações de acordo com o bebé que ele via à frente dele e não porque aprendeu de determinada maneira quando estava na faculdade.

Acho que podemos aceitar subtilmente todas as opiniões mas na duvida, impera o bom senso, o conhecimento sobre o nosso filho e as indicações do nosso pediatra. Se não confiarmos nele, ou se acharmos que o A, o B, o C ou o D podem ser melhores do que o nosso, então está na altura de procurar outro pediatra.

Confiar em quem segue os nosso filhos é determinante para a nossa segurança enquanto pais.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O que é Nacional é bom #4

Hoje deixo-vos uma marca muito especial, a Ballon d'amour. Especial porque conheci a pessoa, por detrás da marca, quando estávamos ambas gravidas. Fomos "colegas" no curso de Preparação para o Parto e Parentalidade, no HPA e como a nossa DPP era muito próxima acabámos por manter o contacto. Especial porque ambas temos um Santiago nas nossas vidas, lindos, cheios de vida, a luz dos nossos olhos. Especial porque nos difíceis primeiros dias com um recém-nascido em casa, o turbilhão de emoções e sentimentos era tanto, sem saber se era normal ou se estaria a caminhar para uma depressão pós parto que quando a Maria João me descobriu no Facebook e me contou a experiencia dela, muito semelhante à minha, eu senti que não estava sozinha nesta viagem que é a maternidade.
Este projeto nasceu de conversas, do dinamismo da Maria João e de muita vontade de fazer algo novo e diferente. E aqui está ele! Pronto para arrancar e fazer o maior sucesso. Em todas as peças, eu não tenho a menor duvida, que encontramos muito amor e dedicação na sua produção.
Estes dois miminhos já fazem parte da coleção do S.
Obrigada Maria e obrigada Ballon d'amour.


 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Santiago's Look #14

Esta semana escolhemos o look de casamento do baby S.
Sempre bem disposto e sorridente, que são já a sua imagem de marca, o S. esteve à altura do evento portando-se lindamente como sempre e cativando tudo e todos pela sua doçura. Sim, palavras de mamã babada.
Para o casamento do JM escolhemos um look romântico de bebé. Um fofo de riscas e bolso com um body de gola pierrot bordada.
Fita de chucha a dar um apontamento de cor e sapatinhos de estilo clássico e intemporal.



Fofo: Knot
Body: Knot
Fita de Chucha: Ballon d'amour
Sapatos: Chicco